Advogados alinhados à direita política no Brasil vêm organizando ações jurídicas com foco em críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e na defesa das prerrogativas da advocacia. Entre as iniciativas, destacam-se denúncias a serem encaminhadas a organismos internacionais, como a ONU e a OEA, alegando violações de direitos profissionais e perseguição política.
O movimento Advogados de Direita Brasil, fundado em 2018, pretende protocolar inicialmente denúncias na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e, caso não haja resposta, levar o caso às instâncias internacionais. Entre as acusações estão prisões arbitrárias de advogados, quebra de sigilo profissional e cerceamento de defesa.
Outro grupo, denominado Os Garantistas, formado por juristas como Karina Kufa e Ângela Gandra, atua na aproximação com o Judiciário e na defesa de pautas conservadoras, oferecendo suporte técnico a parlamentares e participação em audiências públicas e debates legislativos.
O movimento também critica a OAB por sua postura considerada omissa frente a decisões do STF e medidas internacionais que envolvem membros do Judiciário, defendendo uma atuação mais firme em defesa dos direitos da classe jurídica.
Além das ações internas, os advogados planejam internacionalizar suas denúncias, buscando reforçar a pressão sobre as instituições brasileiras e chamar atenção da comunidade internacional para supostas arbitrariedades no país.
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